Como tudo começou...

Tudo começou no início de 2001, em São Paulo, quando os atores César Gouvêa e Márcio Ballas decidiram desenvolver, no quintal da casa de César, na Rua Cotoxó, um treinamento que contemplasse suas duas paixões: palhaço e improvisação.

Como improvisação é sinônimo de jogo, nada mais harmonioso do que adequar uma dinâmica de improvisação à ambientação de um jogo de futebol. Daí nasceu o espetáculo Jogando no Quintal e com ele, o Clube de Regatas Cotoxó.

Aderindo a essa experiência tão inusitada, palhaços com formações diferentes e muita experiência foram se juntando à dupla. A ideia chamou a atenção de atores que tinham um interesse comum: pesquisar a linguagem do palhaço em situação de improviso.

Assim começou, para uma plateia de vinte pessoas, um embrião daquilo que após um ano e meio de experiências, viria a ser atraente não só para quem faz, mas também para quem assiste: um espetáculo em formato de jogo. O pequeno quintal de César se transformou num verdadeiro estádio e o público não parou mais de crescer. As pessoas assistiam aos jogos da janela da cozinha, de cima do muro, penduradas no poste... Até o momento em que a companhia, não podendo mais abrigar tanta gente, teve que mudar de endereço.

Hoje o espetáculo Jogando no Quintal já foi prestigiado por mais de 250 mil espectadores.

A Paixão Nacional em um jogo anárquico

Jogando no Quintal é um dos espetáculos de humor de maior sucesso em São Paulo.

Trata-se de um jogo de improvisação feito por palhaços e com toda a ambientação de um jogo de futebol: hino do clube, placar, bandeiras, juiz, jogadores, a torcida e até mesmo um clube fictício: o Clube de Regatas Cotoxó.

O espetáculo é realizado por palhaços- atletas divididos em dois times, um árbitro-palhaço e uma banda de músicos-palhaços, que cria sons e melodias ao vivo.

O que torna cada jogo tão especial é o fato de todas as cenas serem criadas na hora, ao calor da situação, e com toda a anarquia e a irreverência de seus jogadores.

Por esse motivo podemos dizer que cada partida de Jogando no Quintal é um espetáculo único, que jamais se repetirá.

Um espetáculo feito por artistas... e espectadores!

No Jogando no Quintal a participação da torcida é fundamental. É a plateia é quem determina toda a pauta do jogo. Todas as cenas do espetáculo são construídas a partir de temas sugeridos pelo espectador. Como uma peleja de repentistas, é comum os palhaços improvisarem sobre assuntos da atualidade como aquecimento global, política eleitoral ou Tsunami. E o público cobra a fidelidade ao tema, afinal, após cada rodada é ele quem decidirá qual dos times merece o seu voto e a pontuação no placar.

Alguns espectadores acabam adquirindo funções fundamentais ao longo do jogo: o "placarzeiro", escolhido pelo árbitro, assume a grande responsabilidade de marcar cada ponto conquistado ao longo da partida. E há, ainda, todos aqueles torcedores que acabam enriquecendo a apresentação, manifestando sua alegria ou revolta após cada ponto. Vale tudo. Até mesmo xingar a mãe do juiz.

Público Alvo: adultos e crianças a partir de 10 anos
Duração do espetáculo: 90 minutos

Concepção: Marcio Ballas e César Gouvêa

Direção Geral: César Gouvêa

Palhaços / atletas *(revezamento): César Gouvêa (Cizar Parker), Alan Benatti (Chabilson), Claudio Thebas (Olímpio), Alvaro Lages (Pelanca), Caio Juliano (Caviar)*, Denis Goyos (Fritz), Igor Canova (Trillo) , Paulo Federal (Adão), Ernani Sanchez (Minduim), Paola Musatti (Manela), Vera Abbud (Emily), Rhena de Faria (Mademoiselle Blanche), Marcio Ballas (João Grandão), Zé Mazzei, Tereza Gontijo (Guadalupe), Nereu Afonso (Bonito).

Iluminação: Lica Barros

Sonorização: Adriano Castanheira

Cenário: Cesar Gouvêa

Cenotecnico e Contra regragem: Getúlio Cristovam

Figurino: Daniel Infantini

Assessoria de imprensa: Flavia Fusco Comunicações

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