A Companhia do Quintal, dirigida por César Gouvêa, existe desde 2002, agregando à pesquisa teatral o diálogo das técnicas da improvisação e do palhaço.

Em 2008 a Cia inicia sua primeira empreitada no universo infantil, quando estreou a peça “O Mágico de Nós - Uma Fábula Improvisada”. Inspirado no clássico “O Mágico de Oz”, de L. Frank Baum, o espetáculo mistura dramaturgia escrita com Improvisação Teatral.

Tanto o Mágico de Nós como Jogando no Quintal, espetáculo carro chefe da Cia, além de se apresentarem em vários estados do Brasil, tiveram o privilégio de se apresentar em outros países, como Espanha, Argentina, Colômbia, Uruguai, Chile, estabelecendo um forte intercâmbio com artistas da Europa e da América Latina.

Em 2013, a Cia estreiou seu mais recente trabalho e sua segunda empreitada no universo infantil: “A Rainha Procura...”, um espetáculo que coloca o palhaço novamente em estado de jogo, porém, não mais nos gramados de um estádio de futebol, e sim num tabuleiro de xadrez, onde ele faz de tudo para agradar a Rainha e não perder sua cabeça.

A improvisação desta vez é trabalhada como linguagem de interpretação e dentro de um roteiro estabelecido. Podemos fazer um paralelo com a comedia dell’arte em que havia um roteiro, que se denominava canovaccio , sobre o qual os atores possuíam total liberdade de criação.

Também propomos a improvisação à medida que damos ao publico o personagem “povo”. O povo, ao longo do espetáculo, torna-se o grande porta-voz da Rainha, interferindo em seu discurso.

O Palhaço, por sua vez, aparece em sua mais antiga função: no papel de bobo da corte, encarregado de entreter a Rainha e fazê-la rir.

Vale ressaltar também neste trabalho a sua plasticidade. Os figurinos e cenário realizados por Elisa Rossin, traz ao espetáculo uma concepção visual primorosa, cuidadosamente pensada a serviço da fantasia.

"A Rainha Procura..." se passa em um grande tabuleiro de xadrez. Neste tabuleiro sobraram apenas a Rainha - que se encontra em um estado de profunda tristeza e solidão por ter seu reino massacrado pelo exército adversário - e um peão, seu fiel escudeiro.

Na tentativa de recuperar seu reino a Rainha abre testes para bispos, cavalos, torres e peões. Porém, seus planos acabam mudando de rumo com a aparição de dois palhaços que preferem ser bobos da corte a servir como defensores do território. A Rainha decide então promover uma audição para bobos da corte, na qual os candidatos terão a difícil tarefa de alegra-la por meio dos mais inusitados desafios. Apenas um candidato será o escolhido, enquanto o outro terá a sua cabeça cortada. Para tomar a melhor decisão, a Rainha precisará da ajuda do seu povo - a plateia.

O que os candidatos não esperavam era que cada desafio, por mais atrapalhada que fosse sua realização, pudesse trazer à Rainha não apenas a alegria, mas também a esperança, a imaginação, a coragem e o fim de sua solidão .

Público Alvo: a partir de 4 anos

Duração do espetáculo: 50 minutos

Argumento e direção geral: César Gouvêa

Atores: Rhena de Faria, Davi Taiu, Claudio Thebas, Denis Goyos, Alvaro Lages

Texto: César Gouvêa, Rhena de faria, Denis Goyos, Claudio Thebas, David Taiu e Álvaro Lages

Direção de arte: Elisa Rossin

Figurino: Elisa Rossin

Confecção de figurino: Beto Souza

Cenário: César Gouvêa e Elisa Rossin

Trilha sonora: Caio Juliano e Alvaro Lages

Iluminação: Marcel Gilber

Operação de luz: Almir Rosa

Operação de som: Caio Juliano

Contra regra: Getulio Cristovan

Gestão Cultural e Coordenação de Produção:
Touché Cultural - Ludmilla Picosque

Realização: Cia do quintal

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